Comida de Rua

livro

 

A jornalista Carla Diamanti e o fotógrafo Fabrizio Esposito, ambos italianos, assinam este livro delicioso e não só gastronomicamente falando. A comida das ruas, desde tempos imemoriais, é uma quintessência da identidade cultural mundo afora, povos adentro. Sugere confraternização, alegria, hospitalidade e simplicidade. Do hot-dog novaiorquino ao crepe parisiense. Do couscous marroquino à fritada de gafanhoto em Pequim, tá tudo lá, inclusive com as receitas. Difícil mesmo, é conseguir alguns ingredientes, como um ninho de andorinhas de Bangcoc para fazer a tradicional sopa tailandesa. Mas vale a viagem…

Comida de Rua – Snacks genuínos de todo o mundo – Editora H.F. Ullmann, 2011

Falar em…

Comida de rua, me lembra acarajé, que me traz a Bahia, que evoca Jorge Amado, o qual celebrou a comida baiana vendida nos botecos, mercados e vielas, em toda a sua obra, igualmente saborosa.“…nas barracas atulhadas, ruidosas, as comidas de côco e dendê,: caruru, vatapá, efó, as diferentes moquecas…tantas! (O Sumiço da Santa). E vem a preta que “rebolando as ancas, gritava-Amendoim torrado! Acarajé, abará…” (O País do Carnaval).Mas foi, “num restaurante barato que havia no mercado, que os velhos marinheiros comeram sarapatel e depois uma feijoada”(Capitães de Areia). É como bem disse o coronel Maneca Dantas em Terras do Sem Fim: “Comer bem é o que se leva do mundo, capitão” 

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2 respostas em “Comida de Rua

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