Curiosidades históricas sobre AFRODISÍACOS & ANTIAFRODISÍACOS


Há séculos, homens e mulheres procuram substancias afrodisíacas e, como disse John Davenport em 1859 no ensaio afrodisiacs & antiafrodisiacs: “…os reinos vegetal, animal e mineral foram vasculhados no intuito de se descobrirem remédios capazes de fortalecer e estimular o aparelho genital.”

Dignos de menção, destacam-se: orquídeas (orchis quer dizer testículos em grego); mirtilos (blue berry); miolos de perdiz (reduzidos a pó e tomados com vinho tinto); e trufas, ostras, lagostas e caranguejo. Nas ruas da Roma antiga, vendiam-se poções nada apetitosas como estimulantes sexuais, elaboradas com ossos de rã, sanguessugas, tutano seco e pedaços de unhas.

E o outro lado da meia noite? No século XVII, para algumas ordens religiosas era proibido o consumo de chocolates por temor de seus efeitos estimulantes. Pela antiga legislação de Veneza (cap. XVI: Dei maleficii et herbarie), a administração de filtros amorosos era um delito grave. Lady Grey foi acusada no parlamento inglêsde utilizar afrodisíacos para enfeitiçar Eduardo VI. Através dos séculos, há muitas substancias que “podem ser eficazes na moderação ou, antes, na eliminação do impulso sexual excessivamente violento”. O alface os pepinos, as endívias, os limões, a azedinha, a cânfora e o leite eram considerados antiafrodisíacos por suas propriedades refrescantes. Já Platão e Aristóteles recomendavam que se andasse descalço para reprimir o desejo carnal. Segundo o padre e médico francês do Renascentismo, François Rabelais, a “concupiscência carnal poderia vir a ser esfriada e mitigada de cinco maneiras diferentes: 1) por meio do vinho 2 ) por certos medicamentos 3) pelo trabalho e esforço contínuo 4) pelo estudo intenso 5) pela reiteração demasiado frequente do ato carnal…”

OK, tudo bem,vamos trabalhar menos mas…e o vinho? Bem, acontece que o vinho naquela época era muito mais alcoólico (tomara…)

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