A solidão ninguém sabe

Onde é que fica

Porque a festa

Já vai começar

No Cafofo da Surica

Os  versos  de Tereza Cristina (não a tal vilâ da novela, a sambista) já oferecem  uma boa noção do clima num certo reduto portelense em Madureira, Rio de Janeiro, a poucos metros da quadra da famosa escola de samba. Mas o que é exatamente este tal “Cafofo da Surica”? É uma casa singela que fica numa vila típica dos subúrbios cariocas, aonde mora uma das pastoras da honorável Velha Guarda da Portela: Dona Iranete, ou melhor, Tia Surica. E é ali, quartel de resistência cultural, entre partideiros e versadores, amigos  e até alguns “penetras” que costumam aparecer como Zeca Pagodinho, Carlinhos Brow, Marisa Monte e outros bem menos famosos como este humilde colunista, é que rola uma famosíssima, mas restrita feijoada, temperada com o melhor do samba de verdade. A próxima, com certeza será domingo, quando Surica comemora mais um aniversário, exatamente no primeiro dia do ano, assassinando a ressaca do Reveillon. Abraços à pequenina grande anfitriã e aos amigos de Cafofo: Marquinho Satha, Comendador Sérgio, Eliane Fazollo, João Macaé, Ester Manciolli.

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