Amor Antigo

Queijos e vinhos existem há milhares de anos, e parecem ter sido feitos um para outro. A seguir algumas dicas sobre os pares perfeitos. Note que do 1º ao 4º grupo, a harmonização se dá por similaridade, num crescendo. No último grupo, por contraste, do salgado e picante com o doce.

Queijos Frescos (Cottage, Minas, Mussarela de Búfala, Queijos de Cabra):

Brancos ligeiros, secos, mas sem muita acidez, como um Riesling Itálico ou Sauvignon Blanc.

Queijos Macios (Brie, Camenbert, Saint Paulin, Serro, Araxá Meia Cura):

Brancos médios, com breve estágio em madeira, como um Chardonnay. Também um Sauvignon Blanc ou Viogner.

Queijos Semiduros (Emmental, Gruyére, Gouda, Edam, Provolone):

Brancos mais estruturados, com mais madeira, da uva Chardonnay ou Torrontes. Espumantes Brut. Ou tintos mais delicados, como um Pinot Noir ou Merlot  de até 3 anos.

Queijos Duros (Parmegiano, Parmesão, Grana Padano):

Cabe um tinto com mais corpo e potência, como um Cabernet Sauvignon ou Syrah.

Queijos Azuis ou Maturados: ( Gorgonzola, Roquefort, Blue Stilton, Pecorino)

Aqui nada de taninos. Podemos combinar vinhos brancos mais adocicados como um espumante Asti Italiano, feito de uvas moscatel ou um espumante brasileiro demi-sec. Também vinhos de sobremesa, como um branco de colheita tardia, feito de uvas super maduras. Mas a melhor experiência seria um vinho doce fortificado, como um Porto, Sauternes ou Tokay.

 

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